sexta-feira, 25 de maio de 2012

Por uma pequena ideia


Este post é sobre um empreendedor muito especial. Um empreendedor que você provavelmente não conhece, mas que traz no espírito a vontade de fazer o bem e de afetar positivamente a vida das pessoas. Se a sua ideia sair do papel, não tenho dúvidas de que muitos serão beneficiados. E eu afirmo aqui, com 100% de certeza, que se essa história vingar ela vai ser noticiada amplamente, servindo de exemplo para que mais pessoas apoiem a sua ideia e se engajem em ajudar o próximo. A seguir você confere um exemplo de como se nasce uma ideia e o início de uma história de empreendedorismo social que ainda tem muito pela frente.

Adam Cow Coop, 26, Australiano, teve uma ideia baseada numa conversa de 10 minutos que teve com um amigo brasileiro em setembro de 2009. Na ocasião, seu amigo contou que foi voluntário numa  pequena escola em uma comunidade no Brasil. Ele trabalhou 3 horas por dia, 2 ou 3 vezes por semana, durante 6 meses consecutivos.

As atividades da escola eram, basicamente:
  • Ensinar o básico de inglês para crianças;
  • Prover café da manhã a base de cereais e almoço, que muitas vezes era a única real fonte de nutrientes e alimento durante o resto do dia de alguns estudantes; 
  • Fornecer algum tipo de orientação para essas crianças que muitas vezes não têm pais amorosos presentes para educá-los.
A escola funcionou com pouco ou nenhum suporte do governo e sobreviveu a base do dinheiro do próprio voluntário e de doações, mas eventualmente teve que ser fechada por falta de apoio e recursos.

A conversa em questão não era sobre a escola em sí, mas sim sobre um garoto chamado Rodrigo, que vivia na periferia em uma pequena cidade do interior no Brasil em constante perigo e sem qualquer direção ou educação apropriada. Rodrigo foi criado pelos seus avós e não tinha qualquer esperança de um futuro feliz e seguro... E ele tinha apenas 9 anos.

Rodrigo era um menino de bom coração, que sob a orientação do amigo de Adam Cow estava saindo de uma possível vida de drogas, gangues e violência para um caminho mais feliz. Infelizmente, após a escola ter fechado, o amigo de Adam perdeu contato com Rodrigo. Sabe-se lá o que aconteceu com o jovem menino depois.

Rodrigo é um exemplo do que acontece com milhares de crianças na mesma situação, que não tem quaisquer esperanças de uma vida segura e saudável.

Dessa conversa de 10 minutos surgiu um ímpeto em Adam. Vou transcrever exatamente o que ele disse na página que ele criou no Facebook:

"Aquela conversa de 10 minutos ficou na minha mente. Mesmo após eu e meu amigo tomarmos rumos diferentes em nossas vidas, ela me fez pensar sobre as milhões de pessoas que estão na mesma situação do Rodrigo."

Adam começou a pensar que deveria ajudar essas pessoas de alguma forma. Desse forte ímpeto surgiu uma pequena ideia, que acabou se transformando em uma missão que já está em curso. Adam planeja pedalar 4800km de Perth até Sydney angariando fundos para abrir uma nova escola no Brasil. 

Segundo palavras do mesmo, esta jornada não visa só angariar fundos, mas também será um documentário de como uma pessoa sem uma carreira profissional e qualquer dinheiro no bolso pode realmente ajudar e afetar o futuro da sociedade, mesmo que de pequenas maneiras.

Eu, particularmente, estou muito ansioso para saber que rumo essa história vai tomar. E você?

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Se você quer saber mais sobre como anda a jornada de Adam, visite sua página no Facebook: Modern Day Nomad 

Visite o perfil de Adam no Facebook: Adam Cow Coop

Se abrir a página de Adam no Facebook, não deixe de curtir. Quanto mais likes a página tiver mais impacto sua ideia irá causar. Existe algum motivo para não curtir? Essa é realmente uma boa causa e eu tenho orgulho de postar sobre o Adam aqui no blog. Ele é um cara engraçado e está sempre comentando sobre as experiências que vem vivendo nesta incrível jornada e postando fotos. Ele tem todo o meu respeito e apoio. Espero conhecê-lo a tempo de ir embora de Sydney.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Carteira Victinhu Investimentos - Jan/2012


E aí gente, como é que vão os investimentos? 2012 começou com tudo. Mas será que vai ser assim até o fim do ano? Dilma quer um crescimento entre 4% e 5% para o país, as taxas de juros vêm caindo, apesar de ainda estarmos entre os países com as maiores taxas do mundo, e a bolsa bombou nada menos do que 11,13% esse mês. Nada mal, heim?

Não aproveitei toda essa folia porque boa parte do meu dinheiro está na poupança, como já havia falado no post anterior, mas também não posso reclamar do rendimento que eu tive. Este mês meu stop em ITSA4 foi ativado e eu vendi todas as ações. O stop, felizmente, foi muito bem calculado, pois as ações voltaram a cair depois que bateram no topo que eu estipulei. Também fiz um lançamento de opções em PETR4 com vencimento em fevereiro. Vamos ver o que dá. Eu levei um susto com a subida repentina quando mudaram o presidente da empresa, mas não me afobei. Se tivesse recomprado a opção ia tomar um pequeno prejuízo. Agora estou com dinheiro apenas em títulos públicos (NTN-B com vencimento em 2015), poupança e PETR4. Para 2012 vou manter minha estratégia de ficar lançando opções e espero de coração ter tempo pra fazer análises aqui da Austrália.

Segue o resumo até agora.


Vamos ver como vai ser o restante do ano agora. Como boa parte do meu dinheiro está fora da bolsa, eu não consigo acompanhar altas como essas, mas em compensação nas quedas eu também não fico mal. Se eu enxergar uma oportunidade muito boa de entrada, pode ser que eu tome coragem e pegue parte do meu dinheiro da viagem para investir. Vamos ver. Tudo também depende do quanto eu vou conseguir ganhar trabalhando aqui.

Peço desculpas por não estar caprichando nos detalhes do post, mas com o tempo escasso é o que estou podendo postar. Um abraço para todos.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Carteira Victinhu Investimentos - Fechamento de 2011


Mais de 4 meses se passaram desde o meu último post aqui no blog e muitas mudanças aconteceram. Me mudei de casa aqui na Austrália, desviei boa parte dos meus investimentos para a poupança, meu inglês tem melhorado, visitei Bali e Tailândia e renovei meu visto para permanecer por aqui até o início de agosto. Juntando esse tempo de Austrália mais os meus planos de ir para Nova Zelândia, serão exatos 12 meses fora do Brasil. Sair do meu antigo emprego e fazer uma viagem como essa tem sido uma das melhores coisas que já fiz na vida.

Agora vamos ao que interessa. No último post foram apresentados os resultados até agosto. Neste de hoje apresentarei todos até o fim do ano, mas será apenas um resumo, pois não tenho tido tempo de ficar mexendo na planilha e preparando os gráficos. Com a minha mudança, infelizmente estou apenas usando a internet do Iphone, que não é lá essas coisas.

Segue o resultado de setembro até dezembro e o acumulado de 2011.


Conforme pode ser visto, bati o Ibovespa em todos os meses, com exceção de outubro. O motivo de tal diferença deve-se ao fato de eu ter tirado boa parte do meu dinheiro das ações para investir na poupança. Com a minha viagem para Austrália quis deixar um dinheiro seguro em caso de emergências. Sendo assim, perdi boa parte das altas que aconteceram, principalmente em PETR4, onde está concentrada boa parte dos meus investimentos.

Infelizmente o fuso horário aqui na Austrália não tem me ajudado a investir no mercado brasileiro. Para poder acompanhar e fazer meus lançamentos eu preciso ficar acordado de madrugada. Na falta de tempo para fazer análises e ler sobre o mercado, tenho preferido não fazer lançamentos de opções. Pelos meus cálculos, se eu não tivesse tirado o dinheiro da bolsa eu teria fechado o ano no positivo, bem melhor do que o Ibovespa, que ficou em -18,10%.

O ano de 2011 foi um aprendizado e tanto pra mim. Profissionalmente eu estava bem quando decidi vir para a Austrália, melhorei gradativamente a minha forma de investir e tomei a maior decisão da minha vida, que foi largar o meu emprego pra poder crescer ainda mais no futuro. Espero que 2012 seja um ano ainda melhor, principalmente para a nossa economia. A bolsa não estava pra peixe em 2011, mas 2012 já começou prometendo.

Peço desculpas antecipadamente pelo post rápido e pela falta de tempo em atualizar o blog. Achei que a vida aqui em Sydney seria menos corrida, mas não tem sido em nenhum sentido, principalmente porque decidi trabalhar aqui para poder não ter que ficar gastando meu dinheiro do Brasil. Enfim, se alguém ainda me visita, não deixe de me visitar. Farei novos posts esse ano.

Um abraço e feliz 2012 para vocês.



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Carteira Victinhu Investimentos - Jul/2011 e Ago/2011


Já tem um tempo que eu estava querendo postar os resultados da minha carteira, mas, com a programação da minha viagem e a passagem de serviço no trabalho, ficou realmente complicado fechar tudo pra postar aqui. Só consegui fazer um resumo agora que cheguei na Austrália.

Para quem ainda não sabia, pedi demissão do meu emprego para poder fazer um intercâmbio e estudar. Pretendo ficar na Austrália entre 6 meses e 1 ano. Hoje completam dois dias desde que cheguei e estou completamente perdido, mas muito feliz por estar aqui.

Mas vamos ao que interessa. Vou postar um resumo de julho e agosto, fora do padrão que costumo postar, mas que dará uma boa ideia de como estou indo.

Rentabilidade mensal: nos últimos dois meses bati o Ibovespa com folga, mas ainda venho operando no negativo. Este ano a bolsa está para poucos. Quem investe em índice com certeza não está nada feliz. Devido a minha viagem, coloquei boa parte do meu dinheiro na poupança. Meus resultados só não ficaram positivos em agosto devido as ações da Petrobras, que tiveram uma queda vertiginosa. Além do investimento na poupança, outra coisa que vem dando uma força na carteira são as opções. Fiz um lançamento em julho e outro em agosto, todos os dois com prêmios muito bons. Vejam os meus resultados até o mês passado e o acumulado.


Pra uma pessoa que não tem tanta experiência, estar bem abaixo do Ibovespa não é nada mal, ainda mais que a minha carteira tem muitas ações da Petrobras. Isto prova que a minha estratégia com opções tem sido eficaz. Assim que a bolsa se recuperar estarei bem melhor do que ela.

Como falei no início do post, desta vez não apresentarei os resultados da forma padrão, mas pelo menos apresentarei como está a minha alocação de ativos:





Se não fosse pela viagem, com certeza a maior parte do meu dinheiro estaria investido em ações, principalmente pela oportunidade única de comprar a preços tão baratos como os atuais. Minha última aplicação em ação nem foi com dinheiro meu, mas sim com de um amigo que deixou uma grana comigo para eu investir. Espero que eu não faça feio. Rs...

É isso amigos. Espero caprichar mais no próximo post. Enquanto escrevo este meus roommates estão aqui tentando conversar comigo.

Um abraço!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Mittal: o que você pode aprender com ele?

Mittal

Este é o segundo post da série "milionários e bilionários: o que você pode aprender com eles" que posto. O primeiro você pode conferir aqui. A série está sendo feita pela equipe da Wintrade, que tem o objetivo de dividir conosco um pouco do conhecimento adquirido por fantásticos homens de negócios.




Mittal, o marajá do aço


Fonte: Wintrade

O sexto homem mais rico do mundo, segundo o levantamento feito pela revista Forbes, não poderia ter um apelido mais descritivo: o marajá do aço. Lakshmi Mittal, o dono do tal apelido, é o presidente da maior companhia de aço do mundo, a ArcelorMittal, que opera em mais de 60 países. Com US$ 31,1 bilhões no bolso, é considerado o indiano mais rico e também o morador com mais dinheiro da Grã-Bretanha, segundo o jornal The Sunday Times.

Ele nasceu em 1950 em um vilarejo no Rajastão e começou a carreira alternando as aulas com o trabalho na pequena siderúrgica da família. Em meados dos anos 1970 iniciou o crescimento dos negócios ao adquirir uma laminadora de aço na Indonésia, e foi lá que iniciou a rápida expansão da empresa. Sua estratégia era comprar siderúrgicas deficitárias, muitas delas estatais, em países subdesenvolvidos. Com essa política, o indiano fez jus a seu primeiro nome, inspirado na deusa Lakshmi, que representa a riqueza e a fartura no hinduísmo.

Em 2004 ele se consolidou como o maior no ramo da siderurgia quando criou a Mittal Steel Company. O conglomerado surgiu da fusão de duas empresas que Mittal já controlava – a LMV Holdings e a Ispat International –, e da compra de uma terceira, a americana International Steel Group (ISG). Quando aparentava não ter mais para onde crescer, em 2006, a Mittal Steel Company se fundiu com a Arcelor, então segunda maior do mundo, criando a ArcelorMittal, gigante global do setor.

Lidando com a crise - Apesar da liderança absoluta, Mittal sofreu durante a crise econômica mundial. Para se ter uma ideia, ele apareceu em quarto lugar no ranking da Forbes no início de 2008, antes da crise estourar, com a “modesta” fortuna de US$ 45 bilhões. Em 2009 caiu para o oitavo lugar e sua conta teve um desfalque significativo, indo para US$ 19,3 bilhões. Em um cenário de recessão que abalou fortemente a indústria do aço, o indiano fez o necessário para impedir que sua empresa quebrasse: conteve gastos, reduziu a produção, demitiu funcionários e cortou salários.

Funcionou - Além de recuperar alguns bilhões de sua fortuna, Mittal também restaurou o poder da companhia. A ArcelorMittal hoje produz mais de 100 milhões de toneladas métricas de aço por ano. Sua produção é maior que a soma de suas três maiores concorrentes: BaoStee, POSCO e Nippon Steel.

Luxo - Tanto dinheiro permite ao bilionário alguns “exageros”. Em 2004 ele adquiriu por cerca de US$ 130 milhões a casa considerada na época a mais cara do mundo, em Londres – cidade em que vive há quase 20 anos. A mansão tem 12 quartos, salão de baile, piscina incrustada com jóias, banho turco, e mármore tirado da mesma pedreira utilizada para a construção do Taj Mahal. Na vizinhança ficam nada menos que a casa londrina do sultão de Brunei e o Palácio de Kensington, que pertence à Família Real britânica.

Ainda em 2004, Mittal desembolsou US$ 60 milhões para fazer a festa de casamento da filha Vanisha, na França. Os 1200 sortudos que receberam o convite (um livreto de 200 páginas, dentro de um estojo de prata) passaram por cinco dias de comemoração, com direito a noivado no Palácio de Versalhes, celebração do casamento no castelo Vaux-le-Viconte e show da cantora Kylie Minogue.

Apesar das extravagâncias, Mittal é um homem reservado e raramente dá entrevistas. Seu assunto preferido é o aço, e claro, seus negócios. Ele se dedica completamente às empresas, e tem como principal diversão ver crescer seu patrimônio.

Confira algumas das frases que o magnata já disse em entrevistas à imprensa:

“Todos experimentam tempos difíceis, e como você lida com eles é uma maneira de medir sua determinação e dedicação”.

“Nós temos que ser mais flexíveis com as mudanças na economia”.

“Sempre pense além e abrace as oportunidades que aparecem, quaisquer que sejam”.

“Quando as pessoas podem ver em qual direção seus líderes estão indo, fica mais fácil motivá-las”.

“É sempre útil trazer novos pensamentos e perspectivas para os negócios”.

“O diálogo com os acionistas é muito importante, especialmente durante tempos de crises. Nós todos precisamos estar informados e em contato próximo para lidar com a situação. Ganhar a confiança e o respeito dos acionistas é o segredo de nosso sucesso”.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Um dos motivos pelo qual a Petrobras perde talentos


Por tratar-se de uma empresa pública de capital misto, a Petrobras vem enfrentando um dilema: a perda de funcionários para a concorrência. O RH deve ter uma dificuldade enorme para a realização de mudanças, principalmente no que diz respeito a política de remuneração e benefícios.

Cláudia Schüffner e Fernando Torres fizeram um levantamento dos salários recebidos pelos principais executivos de algumas das maiores empresas de Petróleo no ano de 2010. E eis quem consta em último:

Salário dos executivos nas empresas de Petróleo

Se a comparação para os principais executivos está assim, imagina pra base da pirâmide?

É só comparar a Statoil (penúltima da lista) com a Petrobras. O executivo que mais ganhou na Statoil colocou no bolso - MUITO - mais do que o dobro do que o que mais ganhou na Petrobras. É fato consumado que as empresas estrangeiras estão agindo de forma agressiva para atrair talentos.

Segundo uma matéria veiculada no site Rio Negócios a Petrobras estaria criando um plano para reter seus executivos. Será? E se o plano não for abrangente para todos os funcionários, a perda de talentos vai continuar.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Carteira Victinhu Investimentos - Junho/2011


Demorou, mas saiu do forno. Seguem os resultados de junho da carteira Victinhu Investimentos.

Rentabilidade mensal: este é terceiro mês consecutivo de queda da carteira Victinhu Investimentos. Entretanto, ao contrário dos dois últimos meses, o Ibovespa teve o dobro de desvalorização quando comparado a mesma. Apesar dos resultados ruins em 2011, a carteira ainda está acima do Ibovespa. Se não fosse pela Petrobras, quem sabe eu não estivesse operando no positivo? O papel está horroroso esse ano. Segue a rentabilidade mês a mês e o acumulado do ano.



Conforme vocês podem ver, o Ibovespa já caiu mais do que o dobro da carteira até junho. Com essa alta dos juros a renda fixa tem ficado mais atraente, mas as quedas dos últimos meses também têm trazido boas oportunidades de entrada. Fiquemos de olho então.

Alocação no início de junho: a alocação no início de junho manteve-se a mesma do final de maio.



Alocação no final de junho: conforme eu havia comentado no post dos resultados de maio, este mês de junho teve novidades. FFCI11, que de janeiro a maio foi a queridinha da carteira, teve uma queda expressiva em junho e acabou batendo no meu stop. Fiquei triste em me desfazer das cotas, mas os preços estão reagindo de uma forma muito estranha, então prefiro ficar de fora e avaliar a situação. Dei uma geral nos FIIs pra reinvestir o dinheiro, mas não me senti confortável em comprar nada, então acabei investindo a parte dos FIIs em mais ações. Comprei Itausa (ITSA4) e até agora estou bem satisfeito.



RENTABILIDADE MENSAL POR ATIVO



1. Ações: PETR4 novamente fez feio, pelo quarto mês consecutivo, mas a queda não foi brusca desta vez. A ação parece ter encontrado um patamar na qual tem gostado de navegar, na faixa dos R$ 23 e uns quebrados. A novidade na carteira fica por conta da ITSA4. O papel se valorizou 3,46% do dia 15 (data em que o adquiri) até o dia 30 de junho. O motivo pela escolha do papel deve-se ao fato do segundo maior fundo de pensão do Brasil estar comprado nela, a Petros. Inclusive, no dia em que comprei as ações, saiu a edição da Veja com a matéria “Sem contrato”, onde a revista vem fazendo críticas à operação realizada pelo fundo de pensão. Se há algo de errado eu não sei. O que sei é que ficarei de olho nessa ação. Para dar uma reforçada no mês, fiz um lançamento coberto em PETR4. Lancei a série H da ação no valor de R$ 25. Deu pra embolsar um dinheirinho, mas ainda não é suficiente pra comprar o que eu quero, então vou deixando a grana no caixa para oportunidades futuras.

2. Fundos Imobiliários: FFCI11 foi exercida quando chegou a uma queda acumulada de -10,56% em 07/06/11. A cota encontrou uma forte resistência em R$ 1,80 e do nada teve essa queda brusca. Pouco antes de ser exercido, recebi uma carta do fundo onde estavam explicitados os novos objetivos da instituição. Na carta havia uma solicitação de voto para aprovação de mudanças no estatuto e nova emissão de cotas no mercado. Será que os cotistas ficaram chateados com essa nova emissão?

3. Renda fixa: a poupança deu uma acordada nos últimos dois meses. Enfim ela volta a ficar na faixa dos 0,6% a.m. Já o título NTN-B com vencimento em 15/05/2015, teve uma inexpressiva valorização de 0,3%. De qualquer forma, enquanto a expectativa dos juros for de alta, estarei mantendo a minha posição neste tipo de investimento. Aliás, deixar tudo em ação é meio complicado, né? Conforme vocês poderão ver abaixo, a minha alocação está muito alta em ações. Preciso rever isso mais pra frente.


ALOCAÇÃO DE ATIVOS



Queria muito ter mantido a minha posição em algum FII, mas, por motivos de força maior, estarei avaliando as possibilidades com mais carinho. Estou achando os fundos muito caros. Ultimamente não tenho feito aplicações na carteira, pois estou reservando uma grana para viajar no próximo mês. Acredito que no próximo post eu já possa dar mais detalhes da novidade.